Desejo
Procuro ardentemente
Os olhos que me darão o gracejo
Se enamorando, perdidamente
Anseio
Sentir a vida em mim circular
O calor em mim pulsar
Mulher novamente me tornar
Suplico
Aos céus uma luz
A dor mais delirante novamente sentir
Ledo engano!
Preparação, conhecimento, precisei ouvir
Amor!
Transfigura, engana, amarga
Odeia, vinga
Delicia, sacia, macia sensação
Vai e vem no coração
Aguarda, espera
O dia auspicioso
Desejoso
De novamente amar!
Céu Azul
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sobrevida
Sozinha...
Debilitada e machucada
A guerra fora intensa
Vencedora decidi ser, viver e lutar, acabada!
Pensei não ter fim
Oh sofrimento vil
Que me consome assim
Profundamente, inteiramente, cegamente
Anseio, desejo
O som do sorriso ouvir,
Novamente como um beijo
Da vida ganhar e sorrir
Outra vez
Como era d´antes
E agora só escuridão, olha o que se fez
Tristeza, os amigos se foram de vez
Como será?
Viver e sobreviver sozinha
Silêncio, silêncio
Absoluta, na pureza cálida e inocente
Desejando, ansiando
Sozinha...
Céu Azul
Debilitada e machucada
A guerra fora intensa
Vencedora decidi ser, viver e lutar, acabada!
Pensei não ter fim
Oh sofrimento vil
Que me consome assim
Profundamente, inteiramente, cegamente
Anseio, desejo
O som do sorriso ouvir,
Novamente como um beijo
Da vida ganhar e sorrir
Outra vez
Como era d´antes
E agora só escuridão, olha o que se fez
Tristeza, os amigos se foram de vez
Como será?
Viver e sobreviver sozinha
Silêncio, silêncio
Absoluta, na pureza cálida e inocente
Desejando, ansiando
Sozinha...
Céu Azul
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Incursões
Sozinha
Sentada próxima ao abismo, sedutor
Sonhando com dias vindouros e sair do estupor
Deixando no passado o cataclisma interno
O vento desalinha meus pensamentos
Me sinto nua de corpo e alma
Desejo gerar no seio meu novos sentimentos
Conquistar meu ser, deixar instalar-se a calma
O futuro se mostra límpido
Puro, como o olhar de uma criança
O espelho me traz as respostas, sincero
Me sinto renascida: a vida me lança!
Inicio um mergulho a mim mesma
De reconhecimento e de amor
Desejo ser minha novamente
Pura e simplesmente
Livre!
Céu Azul...
Sentada próxima ao abismo, sedutor
Sonhando com dias vindouros e sair do estupor
Deixando no passado o cataclisma interno
O vento desalinha meus pensamentos
Me sinto nua de corpo e alma
Desejo gerar no seio meu novos sentimentos
Conquistar meu ser, deixar instalar-se a calma
O futuro se mostra límpido
Puro, como o olhar de uma criança
O espelho me traz as respostas, sincero
Me sinto renascida: a vida me lança!
Inicio um mergulho a mim mesma
De reconhecimento e de amor
Desejo ser minha novamente
Pura e simplesmente
Livre!
Céu Azul...
sábado, 31 de janeiro de 2009
O Lago
Eu...
Sentada defronte ao lago,
puro, vislumbrando a luz do sol
solitária, como enfeitiçada pelo mago!
Sonhava, puros sonhos...
Você reinava-os absoluto,
Viril, único, inalcansável!
Sofria era evidente o luto.
Tudo ajudava:
O lago sereno,
A brisa doce,
O calor ameno,
A tempo estático,
O sonho: você!
Então enfureci-me,
rasguei minha roupa,
nas águas verdadeiras do lago, olhei-me
Admirei meu corpo,
Nua...
Só eu e o sol
Queimava meu coração
Aproximei-me das águas.
Vi meu corpo nu, sem graça.
Fechei meus olhos, imaginei
Você tocando meus ombros
Meus seios, meu corpo.
Beijando carinhosamente meus lábios
Deitando-me na grama
Fazendo-me sentir teu calor
O peso do teu corpo no meu
Sua mão a me explorar!
Descobri-me a tremer
Quente, suando frio
senti ainda o que parecia
suas mãos a me tocar
Envergonhei-me, profanos sonhos
Deliciosas lembranças.
Projetei-me nas águas,
joguei-me às obscuras profundezas,
As calmas e mortais águas
Os ínfimos leitos, compreensíveis
Meu corpo nu tremia
Soprava uma brisa funesta
As árvores se agitavam
E a noite cobriu aquele corpo nu
Num último suspiro
Pronunciando o nome da causa
A causa de todo sofrimento
...Ele...
Céu Azul...
Sentada defronte ao lago,
puro, vislumbrando a luz do sol
solitária, como enfeitiçada pelo mago!
Sonhava, puros sonhos...
Você reinava-os absoluto,
Viril, único, inalcansável!
Sofria era evidente o luto.
Tudo ajudava:
O lago sereno,
A brisa doce,
O calor ameno,
A tempo estático,
O sonho: você!
Então enfureci-me,
rasguei minha roupa,
nas águas verdadeiras do lago, olhei-me
Admirei meu corpo,
Nua...
Só eu e o sol
Queimava meu coração
Aproximei-me das águas.
Vi meu corpo nu, sem graça.
Fechei meus olhos, imaginei
Você tocando meus ombros
Meus seios, meu corpo.
Beijando carinhosamente meus lábios
Deitando-me na grama
Fazendo-me sentir teu calor
O peso do teu corpo no meu
Sua mão a me explorar!
Descobri-me a tremer
Quente, suando frio
senti ainda o que parecia
suas mãos a me tocar
Envergonhei-me, profanos sonhos
Deliciosas lembranças.
Projetei-me nas águas,
joguei-me às obscuras profundezas,
As calmas e mortais águas
Os ínfimos leitos, compreensíveis
Meu corpo nu tremia
Soprava uma brisa funesta
As árvores se agitavam
E a noite cobriu aquele corpo nu
Num último suspiro
Pronunciando o nome da causa
A causa de todo sofrimento
...Ele...
Céu Azul...
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